
Por Cacau Felix
As calçadas com pouco espaço e bem movimentadas da Praça da Bandeira, na cidade carioca, são verdadeiras provas de obstáculo e resistência para quem percorre a Rua do Matoso. Mas apesar deste cenário, é possível encontrar uma loja totalmente adaptada com rampas que facilitam o acesso. Todos os detalhes foram cuidadosamente elaborados para atender um público que cada vez ganha mais espaço e mais respeito. Os funcionários assim que percebem a entrada de alguém no estabelecimento, atendem com sorrisos e se colocam a disposição para tirar qualquer dúvida. Mas o caminho até uma loja de adaptação veicular não é fácil, existe um processo burocrático antes.
As pessoas portadoras de deficiência que ainda não tem carteira de habilitação podem recorrer ao projeto Cidadania sobre Rodas, do DETRAN, que ensina aos novos motoristas a dirigir em carros já adaptados. O portador de deficiência física tem que passar por uma perícia do DETRAN que vai emitir um laudo onde vai constar a deficiência e o tipo de carro adaptado que essa pessoa precisa. O tipo de adaptação passa a constar também na carteira de habilitação. “Não adianta a pessoa chegar aqui e querer um carro adaptado. Isso tem que ser comprovado por lei. A lei determina isso”, explica Carlos Eduardo Bezerra, que trabalha com adaptação veicular há 17 anos.
O portador de deficiência pode comprar um veículo no valor de até R$ 70000 e fica isento do IPVA e ICMS. Todo esse processo de isenção dura em média 50 dias. Depois da adaptação, é emitida uma nota fiscal com garantia das peças que em média são de 3 à 4 anos.As peças são vistoriadas pelo INMETRO. O carro fica pronto em 24 horas, essa é a única parte rápida do processo. Toda essa burocracia pode ser resolvida pelas lojas de adaptação veicular que cobram um preço a mais por este serviço. O futuro motorista só vai precisar se preocupar em pegar o seu veículo e dirigir pelas estradas.
Cada carro é único. As modificações no veículo são feitas especialmente para cada pessoa de acordo com o tipo da adaptação descrita na carteira de habilitação. Em maioria, quando o carro é feito para pessoas portadoras de deficiência nas funções motoras inferiores, os comandos que seriam dados com os pés são transferidos para as mãos e os carros mecânicos são transformados em semi-automáticos. Toda adaptação é reversível. Qualquer pessoa pode dirigir um carro adaptado porque a estrutura do carro não é alterada, os pedais e a marcha continuam. Depois dessa é só colocar o sinto de segurança e rodar pelas estradas.
As pessoas portadoras de deficiência que ainda não tem carteira de habilitação podem recorrer ao projeto Cidadania sobre Rodas, do DETRAN, que ensina aos novos motoristas a dirigir em carros já adaptados. O portador de deficiência física tem que passar por uma perícia do DETRAN que vai emitir um laudo onde vai constar a deficiência e o tipo de carro adaptado que essa pessoa precisa. O tipo de adaptação passa a constar também na carteira de habilitação. “Não adianta a pessoa chegar aqui e querer um carro adaptado. Isso tem que ser comprovado por lei. A lei determina isso”, explica Carlos Eduardo Bezerra, que trabalha com adaptação veicular há 17 anos.
O portador de deficiência pode comprar um veículo no valor de até R$ 70000 e fica isento do IPVA e ICMS. Todo esse processo de isenção dura em média 50 dias. Depois da adaptação, é emitida uma nota fiscal com garantia das peças que em média são de 3 à 4 anos.As peças são vistoriadas pelo INMETRO. O carro fica pronto em 24 horas, essa é a única parte rápida do processo. Toda essa burocracia pode ser resolvida pelas lojas de adaptação veicular que cobram um preço a mais por este serviço. O futuro motorista só vai precisar se preocupar em pegar o seu veículo e dirigir pelas estradas.
Cada carro é único. As modificações no veículo são feitas especialmente para cada pessoa de acordo com o tipo da adaptação descrita na carteira de habilitação. Em maioria, quando o carro é feito para pessoas portadoras de deficiência nas funções motoras inferiores, os comandos que seriam dados com os pés são transferidos para as mãos e os carros mecânicos são transformados em semi-automáticos. Toda adaptação é reversível. Qualquer pessoa pode dirigir um carro adaptado porque a estrutura do carro não é alterada, os pedais e a marcha continuam. Depois dessa é só colocar o sinto de segurança e rodar pelas estradas.
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